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“Quando entrei no curso ainda estava no segundo ano, então, a princípio, não levei muito a sério as aulas e as redações. A pesar disso, só de fazer os textos aquele mar vermelho foi diminuindo toda vez que eu os recebia de volta. Durante o terceiro ano que eu fui começar a dar mais valor às aulas, já que eu percebi o quão ruim eu era e que não era impossível melhorar. Lembro do primeiro elogio que recebi em uma redação de simulado (no primeiro semestre do terceiro ano), não me aguentei de tanta felicidade! Com o tempo, parecia que cada redação um pedaço de mim e cada elogio e reclamação passaram a ser totalmente absorvidos. Quando chegou ao meu terceiro ano de curso que eu comecei a ficar satisfeita com os meus textos, mesmo eles ainda tendo muitos defeitos. Sofri muito pra conseguir fazer redações satisfatórias, até porque eu via pessoas que faziam o curso por um semestre e já tiravam nove, sendo que eu demorei um ano e meio pra isso. Mesmo assim, não desisti (ainda bem, pois valeu a pena). A pesar de tudo, o que eu mais sinto falta nas minhas sextas feiras (além da Su) é das discussões que eram pautadas durante as aulas. Cresci muito nesses três anos de curso, não tenho dúvida. Por fim, quero agradecer a todos que corrigiram minhas redações pela ajuda, em especial, a Su, que me aturou por todo esse tempo, mesmo durante as férias!”
Maria Eduarda Bouret
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10 formas de DESENVOLVIMENTO dissertativo (2)

6. Desenvolvimento por contra-argumentação:

“Na medida em que a caça é proibida no Brasil, não se pode admitir a existência de uma Associação Brasileira de Caça nem de lojas de caça e pesca. Um novo capítulo da Constituição brasileira proíbe essas atividades. Caça não é esporte, porque esporte pressupõe igualdade de condições entre os contendores, um conhecimento prévio, de ambas as partes, das regras do jogo, e a existência de um juiz que faça cumprir essas regras.”

(Cacilda Lanuza)

O autor parte de um outro texto e passa a refutá-lo.

7. Desenvolvimento por Dados históricos:

“Em 16 de Abril de 1945, 2 milhões e meio de soldados soviéticos, apoiados por 42.000 canhões, 6.250 carros de assalto e 7.500 aviões, iniciaram o ataque à cidade, dominada por nazistas. No dia 30, a bandeira vermelha da vitória, com a foice e o martelo, ondulou sobre o Reichstag. Metade dos edifícios estava destruída. Dos 4,3 milhões de habitantes, restavam 2,5 milhões, famintos e ameaçados por epidemias.”

(Caros Amigos, Outubro de 1999, pg. 26)

Com o intuito de convencer, o autor busca dados históricos que sustentem seu ponto de vista.

8. Desenvolvimento por definição:

“O humor, numa concepção mais exigente, não é apenas a arte de fazer rir. Isso é comicidade, ou qualquer outro nome que se escolha. Na verdade, humor é uma análise crítica do homem e da vida. Uma análise não obrigatoriamente comprometida com o riso, uma análise desmistificada, reveladora, cáustica. Humor é uma forma de tirar a roupa da mentira, e o seu êxito está na alegria que ele provoca pela descoberta inesperada da verdade.”

(Ziraldo)

O produtor do texto define o tema abordado com o intuito de buscar a adesão de leu leitor.

9. Desenvolvimento através de questionamentos:

“Será muito pedir justiça? Será muito ansiar pelo fim da impunidade? Será muito almejar a intimidação das bestas abancadas no poder e das que articulam se abancar para encher de horror a humanidade?”

(Ricardo Brisolla Balestreri)

O desenvolvimento lógico surge através de uma seqüência de questionamentos.

10. Desenvolvimento por Dados estatísticos:

“No período entre 1920 e 1972, a United States Steel, sob o nome de Companhia Meridional de Mineração, exauriu o minério de bom teor de manganês do morro da mina, em Conselheiro Lafaiete, MG. Extraiu 14 milhões de toneladas de minério bruto, dos quais 13 milhões foram transmigrados para o país sede da empresa, ficando no Brasil o buraco.”

(J.W. Bautista Vidal)

O dado estatístico serve para ilustrar o que foi falado anteriormente pelo produtor do texto.

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