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“Foi uma excelente escolha adotar, como leitura obrigatória, O Diário de Anne Frank. Este livro é muito emocionante, a forma como a Anne relata o seu dia-a-dia, faz com que nos aproximemos cada vez mais dela, como se estivéssemos naquele ambiente, apenas observando-a e escutando-a. Apesar de no início, os relatos serem bem infantis (até mesmo pelo fato de Anne ainda ser uma criança), com o passar do tempo a pequena e, aparentemente frágil garota, se mostra mais forte que qualquer um de nós, pois, mesmo em situações tão críticas, Anne manteve-se forte e com a viva a esperança de sobreviver ao Holocausto. Por fim, o mais interessante é que mesmo sabendo do desfecho, ainda torcemos para que Anne sobreviva e tudo termine bem, entretanto, não podemos alterar o passado. Apesar disso, como disse a Prof. Suzana, a Anne continua viva sim, por meio do livro e estará eternamente lá, nos esperando e nos aguardando para uma outra leitura.”
Stephanie Duailibi
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Dicas

10 formas de começar um texto dissertativo (1)

1. A apresentação direta de seu ponto-de-vista ou argumento básico:

“A convivência com um dependente de álcool ou drogas, além de todos os seus reveses, também pode se tornar um vício poderoso, uma doença. Mães, mulheres e irmãos de dependentes costumam assumir para si a tarefa de consertar a ovelha negra da família. Quando dão por si, passaram a viver em função do problema alheio. Ora se comportam como salvadores, ora assumem o papel de vítima, ora cooperam e alimentam ainda mais o vício.”

2. A própria indagação do tema, transformando-o em interrogação e/ou fazendo perguntas sobre ele:

“Será que existem fatos ( não preconceitos ) a confirmarem a inépcia ou mesmo a inferioridade de certas raças, estacionadas durante o processo evolutivo, a meio caminho entre o animal e o homem? São perguntas, não afirmações. Mas, por que admitiríamos, no plano individual, a existência de gênios e retardados e tememos fazê-lo no plano racial?”

(Emir Calluf, Gazeta do Povo)

3. Uma definição do tema a ser questionado:

“A gíria é um patrimônio comum, é um instrumento de comunicação que parece imprescindível, sobretudo, para a juventude. Até mesmo as gerações que a condenavam acabaram por assimilar algumas expressões de maior ocorrência.”

(Thaís Montenegro Chinellato)

4. Uma análise do tema, um esquema de suas partes ( que, geralmente, serão questionadas uma a uma no desenvolvimento da redação):

“O espírito humano é por natureza curioso, reflexivo. O mundo que o instiga a pensar deve também instigá-lo a desafiar, criticar e questionar as idéias que a coletividade e a sua cultura oferecem. Trabalhamos idéias quando escrevemos.”

(Wendel Johnson)

5. Usando dados da História:

Desde que aprendeu a manejar o fogo e a roda, o homem passou a gerar uma força produtiva, a qual desencadeou as invenções, as conquistas e o progresso. Mas essa produtividade prejudicou o relacionamento entre os povos, assim como entre patrão e empregado, no domínio pela tecnologia e na exploração da mão-de-obra.

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