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“Mais do que aprender um português correto, mais do que escrever uma redação capaz de alcançar a pontuação desejada, mais do que expandir meus conhecimentos e me superar semana pós semana, o curso Suzana Luz trouxe a mim o prazer da escrita e, sobretudo, transformou minhas monótonas noites de quinta feira de estudo árduo e cansativo em momentos descontraídos de aprendizagem. Longe da audácia de encontrar o ingrediente responsável pelo ambiente mágico das aulas, atribuo minha vontade de produzir textos cativantes, bem como a minha inspiração em construir redações cada vez melhores, a minha professora Priscila. Vontade e inspiração essa que perduram até o momento, mesmo longe dos vestibulares, mesmo longe da minha professora, e que, com certeza, permanecerão comigo.Carinhosamente, vosso eterno aluno. ”
Caio Lima Ribeiro de Almeida
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10 livros para o recesso

 

10 LIVROS PARA O RECESSO

 1

O DIÁRIO DE ANNE FRANK

O livro foi adotado no Curso de Redação Suzana Luz®, mas os alunos não o apreciaram no início. Depois, conforme o relato foi se aprofundando, eles começaram a se apaixonar. Houve até quem visitasse a cidade de Anne, Frankfurt, e o museu dedicado a ela, em Amsterdam, onde ficou escondida devido ao antissemitismo.

O mais interessante na obra é o amadurecimento pelo qual Anne passa – o que faz o leitor refletir sobre seu próprio processo de amadurecimento. Boa leitura!

2

MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS

Para quem não leu quando deveria...

Ótima leitura para poder estabelecer uma comparação entre o contexto atual e o do Brasil do século XIX. O personagem aborda questões como relações familiares, racismo, sexismo, participação política, papeis das classes sociais, os jogos de interesses, entre tantos outros assuntos. O leitor não deve fazer da linguagem um obstáculo: use sua inteligência para fazer a leitura instrumental de tal forma a deduzir os sentidos das palavras que não conhecer. Claro que alguns termos são essenciais, então estes merecem uma escapada para o dicionário... não tenham medo, pois ele não morde.

Prepare-se para as ironias. Elas são sutis e requerem certa malícia de quem lê.

3

UM PAÍS CHAMADO FAVELA

O livro mostra uma pesquisa feita em 63 favelas de 35 cidades do país. Ele aponta que 94% dos moradores das favelas se dizem felizes e dois terços não sairiam da favela nem que sua renda dobrasse.

Os autores analisam os preconceitos em relação aos moradores e como estes são críticos em relação à qualidade ou à falta de serviços públicos. Tratam também do eufemismo “comunidade” dado na última década a fim de amenizar o uso do termo “favela”.

Os autores são Celso Athayde e Renato Meirelles.

4

HISTÓRIA DA VIDA PRIVADA NO BRASIL – 4 VOLUMES

Sabe aquele padrinho que há tempos não lhe dá um bom presente? É para este que você deve pedir esta coleção. Cada livro contém uma coletânea de artigos que tratam de peculiaridades da vida privada mesmo: desde o toucador onde as mulheres se arrumavam na década de 50 até a inserção de igrejas evangélicas com os costumes de seus membros; desde o porquê dos negros alforriados carregarem nos ombros seus sapatos até os detalhes da Revolta da Vacina. Tudo isso é analisado de forma fácil e acessível ao aluno do Ensino Médio. O volume 4 é melhor e coloco abaixo o sumário:


Introdução. Sobre semelhanças e diferenças - Lilia Moritz Schwarcz
1. Imigração: cortes e continuidades - Boris Fausto
2. As figuras do sagrado: entre o público e o privado - Maria Lucia Montes
3. Nem preto nem branco, muito pelo contrário: cor e raça na intimidade - Lilia Moritz Schwarcz
4. Para não dizer que não falei de samba: os enigmas da violência no Brasil - Alba Zaluar
5. Carro-zero e pau-de-arara: o cotidiano da oposição de classe média ao regime militar - Maria Hermínia Tavares de Almeida e Luiz Weis
6. Arranjos familiares no Brasil: uma visão demográfica - Elza Berquó
7. Diluindo fronteiras: a televisão e as novelas no cotidiano - Esther Hamburger
8. A política brasileira em busca da modernidade: na fronteira entre o público e o privado - Angela de Castro Gomes
9. Capitalismo tardio e sociabilidade moderna - João Manuel Cardoso de Mello e Fernando A. Novais
10. A vida privada nas áreas de expansão da sociedade brasileira - José de Souza Martins
Considerações finais. Brasil: o tempo e o modo - Lilia Moritz Schwarcz, Laura de Mello e Souza e Fernando A. Novai

Muito do que eu falo em sala de aula é retirado desta coleção.

5

A REVOLUÇÃO DOS BICHOS

Escrito pelo britânico George Orwell em 1945, o livro é uma fábula que critica o totalitarismo. Nele, os animais tomam o poder e estabelecem suas próprias regras, já que julgavam injustas as anteriormente praticadas pelos homens. Veja um dos trechos:

 

“Trabalhar dia e noite, de corpo e alma, para a derrubada do gênero humano. Esta é a mensagem que eu vos trago, camaradas: Rebelião! Não sei dizer quando será esta revolução, pode ser daqui a uma semana ou daqui um século, mas uma coisa eu sei, tão certo quanto o ver eu esta palha sob meus pés: mais cedo ou mais tarde, justiça será feita. Fixai isso, camaradas, para o resto de vossas curtas vidas! E, sobretudo, transmiti esta minha mensagem aos que virão depois de vós, para que as futuras gerações continuem na luta, até a vitória.” – Discurso do personagem Major.

 

Após a leitura do livro, sugiro que leia também:

http://www.uems.br/na/linguisticaelinguagem/EDICOES/09/Arquivos/04.pdf

 

6

O MUNDO É PLANO

Leia a Resenha de Ruy Flávio de Oliveira:

“De tempos em tempos o popular e populoso terreno das publicações de negócios – uma área no mais das vezes habitada por “analistas de última hora” mais interessados em fazer um nome para si mesmos (e uma grana boa enquanto isso) do que em desenvolver novas ideias e novos conceitos – nos disponibiliza trabalhos interessantes e que nos fazem refletir de forma positiva sobre como anda o mundo à nossa volta. É o caso de O mundo é Plano, publicado em 2005 nos EUA. Seu autor, o jornalista norte-americano Thomas L. Friedman, é um dos mais respeitados analistas de assuntos internacionais dos EUA, tendo sido vencedor do Pulitzer (a principal premiação jornalística daquele país) em três ocasiões.

Friedman desenvolve, ao longo de seu texto, a ideia de que o mundo – a despeito de todas as evidências acumuladas ao longo de mais de quinhentos anos – não é esférico, mas sim plano como se imaginava nos tempos anteriores a Cristóvão Colombo. O que em princípio pode parecer uma ideia absurda, na realidade é uma argumentação coerente e interessante, pois obviamente não se refere aos conceitos geográficos estabelecidos e demonstrados – sem sombra de dúvida – de que a Terra é uma esfera. Na verdade, ao referir-se ao mundo como sendo “plano”, Friedman utiliza uma metáfora aludindo à análise militar de que a luta em um terreno plano – sem obstáculos tais como montanhas ou vales – oferece igualdade de condições para as facções combatentes.

O tema principal do livro é a globalização – como também nas obras anteriores de Friedman – e aqui este termo é utilizado com entusiasmo e sem preconceitos. A globalização é vista como uma inevitabilidade histórica e, ao invés de argumentar contra seus malefícios, o autor busca analisar seu estado atual de desenvolvimento, alertando para os pontos positivos que este processo desencadeia tanto nos países em desenvolvimento quanto nas nações desenvolvidas. Para Friedman, o processo de globalização é mais do que inevitável: é uma força histórica que tem o mesmo peso que o desenvolvimento do capitalismo a partir do fim da Idade Média. E como no caso do capitalismo, é óbvio que a globalização terá seus fiéis defensores e ferrenhos oponentes. Friedman pertence ao primeiro grupo, e em sua análise tenta promover uma defesa de seu ponto de vista pró-globalização.

A ideia central do livro é a seguinte: ao longo das últimas décadas vários eventos têm contribuído para que o processo de globalização esteja se tornando igualitário, oferecendo condições mais equânimes às nações e às empresas envolvidas. Estes eventos têm a tecnologia e a política como pontos centrais (mas não únicos), e são vistos como os modeladores do cenário político-econômico neste breve início de milênio.”

 

Eu li e gostei muito, pois o livro me fez rever alguns conceitos sobre economia e política. Vale a pena.

 

7

AMANHÃ – SÉRIE

De John Marsden, Amanhã é uma série que conta a história de Ellie e seus amigos que, ao voltarem de uma semana de acampamento em um lugar bem parecido com a Chapada dos Guimarães/MT, descobrem que a cidade em que viviam foi invadida por um inimigo desconhecido. Suas famílias foram aprisionadas e uma guerra terrível ocorre em seu país. Agora, sozinhos, eles vão lutar para sobreviver e descobrir o que está acontecendo.

Eu gostei da série de sete livros, pois os personagens são jovens que reveem papeis da família, da escola e das obrigações rotineiras. É interessante o questionamento sobre o que significa o termo “terrorista”, pois invasores e invadidos são assim considerados dentro do enredo. Trata-se de leitura de entretenimento, mas faz refletir sobre valores e mostra o amadurecimento dos personagens.

 

 

8

PERTO DO CORAÇÃO SELVAGEM

Este primeiro romance de Clarice Lispector ainda hoje é considerado uma obra revolucionária pela forma introspectiva de contar histórias. Neste romance, temos Joana, uma protagonista inadaptada ao meio social e familiar. Quando eu li, era tão jovem quanto Clarice quando o escreveu. Fiquei confusa, pois não sabia se a protagonista era uma “víbora" ou uma mulher ingênua em sua sincera busca pela felicidade.

Para os que consideram Clarice confusa, eu sempre pergunto: Você não é?

Ocorre que Clarice não busca a clareza, não busca agradar o leitor. Engana-se quem procurar nela a linearidade, os personagens planos. A própria autora já avisa que prefere o leitor de “alma já formada”.

 

9

SEMPREVIVA

A obra de Antonio Callado, Sempreviva conta a história de Quinho, exilado político que volta ao Brasil clandestinamente com a tarefa justiceira de desvendar a identidade dos responsáveis pela tortura de sua mulher Lucinda durante a Ditadura Militar no Brasil. Prepare-se para ler um livro que irá mexer com seus nervos. Ao menos foi isso que ocorreu comigo.

 

 

10

MÉDICO DE HOMENS E DE ALMAS

Quem compilou as frases abaixo foi Antonio Rodrigues de Lemos Augusto, jornalista e advogado de Cuiabá. Ele cita algumas frases do livro de Taylor Cardwell:

“O que para um homem é felicidade, bondade e moralidade, pode ser odioso para outro homem.”

“Para ser homem de conhecimento é preciso que se saiba não só os próprios argumentos, mas também os argumentos dos outros.”

“O senado tornou-se uma organização fechada de canalhas que saqueiam o Tesouro em nome do bem-estar geral, e que têm como séquito uma populaça composta de barrigas esfaimadas e ladrões ávidos, a que dão o nome de clientes, e pelos quais exibem a mais comovedora solicitude. O destino de Roma, o destino dos contribuintes desesperados, nada é para eles. Que a dívida pública cresça. Que a classe média seja esmagada até morrer sob taxas, extorsões e explorações!”

“Um homem pode guardar-se contra seus inimigos, mas nunca no que se refere a seus amigos, pois eles estão dentro de suas paredes.”

“Ouvidos estúpidos são servos de língua ainda mais estúpida.”

“O homem é seu próprio carrasco; pendura-se pessoalmente em sua própria cruz. É a sua própria doença, seu próprio fardo; sua própria morte. Suas civilizações são as suas expressões.”

“Um dos desgostos da vida é a precariedade de todas as alegrias.”

“A espécie de acontecimentos que uma vez teve lugar, terá lugar novamente, pelas razões da natureza humana.” (Tucídides, historiador grego citado na obra)

“Por que os homens odeiam outros homens por inveja, despeito ou por não serem de sua raça ou cor? É uma interrogação que vem sendo feita há muito tempo, que se torna corriqueira e monótona de tão repetida. Mas é aí que está a tragédia do homem.”

 “Seríamos intolerantes se fôssemos intolerantes para com a intolerância.”

“Os homens fazem das coisas mais simples enigmas e mistérios.”

É a história do grego Lucano e suas viagens pelo Império Romano até se tornar São Lucas, o padroeiro dos médicos, pois ele mesmo tornou-se médico.

Não precisa ser religioso para apreciar a obra que mostra os bastidores do Império e de como Lucas descobre sua vocação para a Medicina.

Eu tenho uma relação de amor com este livro, pois, desde 1987, eu tentava lê-lo. Entretanto, ou não tinha dinheiro para comprá-lo, ou não tinha tempo para a leitura, até que, em 2014, finalmente eu o devorei. Leiam e me digam se é ou não muito lindo! 

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